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48ª MOSTRA DE SP | Marcello Mio, de Christophe Honoré (Idem, 2024)
A criativa homenagem de Christophe Honoré à Marcello Mastroianni tem uma boa ideia, que não sabe, porém, como ou para onde ir. Em Marcello Mio , a grande ideia de Christophe Honoré é uma criativa homenagem a um dos maiores nomes do cinema europeu: Marcello Mastroianni. Falecido em 1996, o ator acumula mais de 140 créditos em diversas produções, faladas em inúmeras línguas diferentes, e encontra, direta ou indiretamente, lugar na formação de gerações de cineastas, atores e cin

Henrique Debski
23 de out. de 20243 min de leitura


48ª MOSTRA DE SP | Ainda Estou Aqui, de Walter Salles (Idem, 2024)
A dor do vazio é explorada por Walter Salles em Ainda Estou Aqui , enquanto desconstrói a família Paiva com sensibilidade em um doloroso retrato dos efeitos da Ditadura Militar brasileira. Neste ano de 2024, chegamos aos sessenta anos de uma das épocas mais sombrias da história brasileira: a Ditadura Militar. Não à toa o cinema tem mantido viva a memória de fatos e momentos que jamais podem ou devem ser esquecidos, e com eles feridas incuráveis, superficialmente cicatrizadas,

Henrique Debski
22 de out. de 20244 min de leitura


48º MOSTRA DE SP | Hanami, de Denise Fernandes (Idem, 2024)
Hanami fica entre a realidade e a fantasia para explorar relações familiares, amadurecimento e a transformação das visões de mundo. Um dos grandes incômodos que tenho com alguns filmes ultimamente é a maneira como, em uma obra audiovisual, os cineastas compreendem a imagem como algo secundário na construção da linguagem e preferem, a todo tempo, falar e escrever o que pode ser mostrado. Cada um faz seu filme como prefere, é verdade, mas para uma arte que nasceu essencialmente

Henrique Debski
16 de out. de 20243 min de leitura


48º MOSTRA DE SP | Anora, de Sean Baker (Idem, 2024)
Sean Baker se diverte caminhando com Anora rumo ao imprevisível, em uma sátira que mescla o absurdo com um toque de realismo. Algo que admiro muito no talento de Sean Baker para com seu cinema é a forma com a qual trabalha quaisquer tipos de situações a partir de uma naturalidade única, a qual nos introduz a universos distantes, mas nem tanto, dos que vivemos. É o que já fizeste antes em Tangerine , por exemplo, com seu microcosmo, e é o caso da maneira como nos situa inicial

Henrique Debski
11 de out. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Coringa: Delírio a Dois, de Todd Phillips (Joker: Folie à Deux, 2024)
Com Delírio a Dois , Todd Phillips tenta reajustar o legado deixado por Coringa, mas se contradiz em suas próprias ideias. Como se o...

Henrique Debski
8 de out. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Wolfs, de Jon Watts (Idem, 2024)
Wolfs se sustenta no carisma de um elenco talentoso, mas os desperdiça com uma narrativa óbvia e um desfecho decepcionante. Na falta de...

Henrique Debski
3 de out. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | The Killer, de John Woo (Idem, 2024)
Na refilmagem de seu próprio filme, John Woo prova que ainda consegue reinventar seu cinema e se moldar às tendências dos dias atuais. ...

Henrique Debski
1 de out. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Rebel Ridge, de Jeremy Saulnier (Idem, 2024)
Rebel Ridge parte de uma situação óbvia em direção à originalidade, com o desenrolar de uma ação que evita ao máximo a violência....

Henrique Debski
26 de set. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | A Substância, de Coralie Fargeat (The Substance, 2024)
Na constante busca pela beleza e jovialidade no mundo da arte, A Substância explora o desgaste da competição com um terror corporal...

Henrique Debski
24 de set. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Kill – O Massacre no Trem, de Nikhil Nagesh Bhat (Kill, 2024)
Kill leva o espectador em uma violenta jornada que transita entre a legítima defesa e a vingança privada. Levando em consideração o que...

Henrique Debski
20 de set. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | Meu Casulo de Drywall, de Caroline Fioratti (Idem, 2024)
Em Meu Casulo de Drywall , uma morte repentina revela muitos segredos, em um filme com muito a dizer, mas sem espaço para tudo. Toda a...

Henrique Debski
18 de set. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | Não Fale o Mal, de James Watkins (Speak No Evil, 2024)
Em tempo recorde, a refilmagem hollywoodiana de Não Fale o Mal aposta no caminho seguro e num desfecho puramente americano. A refilmagem...

Henrique Debski
16 de set. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | Os Fantasmas Ainda se Divertem, de Tim Burton (Beetlejuice Beetlejuice, 2024)
Mais de trinta anos depois, Beetlejuice , agora remodelado, retorna às salas de cinema com novas loucuras, em uma sequência que supera...

Henrique Debski
10 de set. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Motel Destino, de Karim Aïnouz (Idem, 2024)
Conhecendo bem suas inspirações, o Motel Destino de Karim Aïnouz é um thriller que subverte o prazer e o transforma em prisão. O cinema...

Henrique Debski
5 de set. de 20243 min de leitura


77º FESTIVAL DE LOCARNO | CURTAS assistidos - Comentários críticos
Nesta publicação, o objetivo é trazer pequenos comentários críticos acerca dos curtas-metragem assistidos por mim ao longo da cobertura online do 77º Festival Internacional de Cinema de Locarno. As críticas estão ordenadas pela sequência dos filmes assistidos, do primeiro ao último. Imagem do curta Washhh . 400 Cassettes (Idem, 2024) Direção: Thelyia Petraki Origem: Grécia, Alemanha Avaliação: 3.5/5 O curta 400 Cassettes lembra em partes a estética e até o eixo temático da

Henrique Debski
4 de set. de 20245 min de leitura


CRÍTICA | Longlegs: Vínculo Mortal, de Osgood Perkins (Longlegs, 2024)
O Longlegs de Osgood Perkins é assustador enquanto onipresente em cada quadro do filme, no meio de uma incômoda perfeição estética. Filho...

Henrique Debski
3 de set. de 20244 min de leitura


77º FESTIVAL DE LOCARNO | Toxic, de Saulė Bliuvaitė (Akiplėša, 2024)
Toxic até começa bem em sua crítica à indústria da moda, mas logo se reduz a um mais do mesmo em relação a tantos outros filmes similares. Os minutos iniciais de Toxic são curiosos enquanto fazem o espectador testemunhar uma situação de bullying, na medida em que, apesar de todas as garotas no vestiário apresentarem um padrão de beleza semelhante, a protagonista possui um problema na perna que a faz mancar. É na base do desconforto que a diretora Saule Bliuvaite nos introduz

Henrique Debski
30 de ago. de 20243 min de leitura


CRÍTICA | O Corvo, de Rupert Sanders (The Crow, 2024)
Em uma nova adaptação que ninguém pediu, O Corvo de Rupert Sanders esvazia qualquer boa ideia em prol de um longa genérico e confuso....

Henrique Debski
27 de ago. de 20244 min de leitura


CRÍTICA | Entrelinhas, de Guto Pasko (Idem, 2024)
O longa de Guto Pasko explora as entrelinhas da Ditadura Militar brasileira, a partir da brutalidade e do desespero dos torturados. Eu...

Henrique Debski
22 de ago. de 20243 min de leitura


77º FESTIVAL DE LOCARNO | Foul Evil Deeds, de Richard Hunter (Idem, 2024)
Em sua proposta de explorar a maldade humana, Foul Evil Deeds se estende muito mirando nas ações, e ignora por completo as consequências. Em sua proposta, Foul Evil Deeds em muito referencia o cinema de Yorgos Lanthimos, enquanto busca explorar as relações humanas a partir de perspectivas que dialogam com o estranhamento do espectador, e mais ainda, miram no desconforto. No entanto, o filme do britânico Richard Hunter rompe com o formato do cineasta grego na medida em que t

Henrique Debski
21 de ago. de 20243 min de leitura
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