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14ª MOSTRA DE TIRADENTES SP | Meu Tio da Câmera, de Bernard Lessa (Idem, 2026)
Abrindo a intimidade do próprio núcleo familiar, Bernard Lessa faz de Meu Tio da Câmera um belo registro de memória, até acender uma discussão política que leva a obra para outros rumos, e reflete a polarização na qual se encontra o país – e o mundo. O texto pode conter spoilers do filme . Siga com cautela, por sua conta e risco. Como bem disse minha amiga, e crítica de cinema, Carol Ballan, em um pequeno comentário no Letterboxd: todo mundo tem ou já teve um “tio da câme
Henrique Debski
1 de abr.4 min de leitura


14ª MOSTRA TIRADENTES SP | Anistia 79, de Anita Leandro (Idem, 2026)
Em Anistia 79 , Anita Leandro explora o passado a partir de registros de câmera redescobertos e digitalizados, enquanto dialoga com o presente ao conversar, cinquenta anos depois, com as pessoas retratadas e seus descendentes. A preservação da memória veio, ao longo dos anos, se mostrando como um dos (muitos) atributos da arte cinematográfica. Seja através da restauração e digitalização de acervos em película, como forma de manter vivas filmagens de outros tempos; editá-las
Henrique Debski
26 de mar.4 min de leitura


13ª MOSTRA TIRADENTES SP | COMPILADO – “Cartografia das Ondas”, “A Vida Secreta dos Meus Três Homens” e “As Muitas Mortes de Antônio Parreiras”
Nesta publicação, o objetivo é trazer críticas em formato reduzido sobre esses três longas que assisti durante minha cobertura da 13ª Mostra Tiradentes | SP! Imagem do filme A Vida Secreta de Meus Três Homens . Cartografia das Ondas (Idem, 2025) Direção: Heloisa Machado Origem: Brasil Avaliação: 2.5/5 Mostra Aurora Cartografia das Ondas apresenta uma ideia interessante de misturar documentário com ficção, a partir de duas narrativas distintas que experimentam com a metalin
Henrique Debski
28 de mar. de 20253 min de leitura


13º MOSTRA TIRADENTES SP | Deuses da Peste, de Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado (Idem, 2025)
Deuses da Peste , no contexto das eleições de 2022, explora o medo do futuro em filme experimental e sarcástico. Compreendendo um período recente em que a arte deixou de ser uma das prioridades do governo brasileiro – e verdade seja dita, chegou a ser desvalorizada enquanto cultura como um todo -, a dupla de cineastas Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado materializou, através de Deuses da Peste , suas preocupações para com o futuro do Brasil nas eleições presidenciais de 202
Henrique Debski
25 de mar. de 20253 min de leitura
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