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CRÍTICA | The Curse, de Kenichi Ugana (Idem, 2026)
Em The Curse , Kenichi Ugana usa de maldição e redes sociais para descontruir as convenções do J-Horror, em terror criativo ancorado na subversão de expectativas. Ao longo dos últimos dois anos (2024 e 2025), o cineasta japonês Kenichi Ugana tem cada vez mais se provado um dos nomes mais promissores de uma nova geração do cinema no país. Com uma filmografia recente, porém desde já bastante vasta, e vestido com o manto do terror, a cada novo filme o diretor busca adentrar em

Henrique Debski
15 de jan.3 min de leitura
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