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CRÍTICA | Cinco Tipos de Medo, de Bruno Bini (Idem, 2026)
Esquivando-se do maniqueísmo, Cinco Tipos de Medo investiga a violência nos centros urbanos e regiões periféricas a partir de uma teia de eventos e relações conectadas em uma narrativa não linear. Toda a sequência inicial de Cinco Tipos de Medo se dedica a uma apresentação de seus personagens principais. É como o posicionamento de um tabuleiro narrativo bastante específico, mostrando suas peças individualmente, com uma breve passagem pelo medo enfrentado por cada um, sem g
Henrique Debski
há 2 dias4 min de leitura


CRÍTICA | Rivalidade Ardente - 1ª Temporada, 2025 (Heated Rivalry, 2025)
Rivais nos campos e aos olhos do público, mas amantes em segredo, Rivalidade Ardente explora o romance entre dois astros do hockey, em meio a jornadas de autodescobrimento e o enfrentamento ao conservadorismo do ambiente esportivo. O formato temático de “romances proibidos” tem sido o destaque recente de uma série de produções nos streamings que miram a comunidade queer. Evidentemente, trata-se de um grupo que ainda enfrenta muito preconceito por uma parcela considerável da
Henrique Debski
há 4 dias5 min de leitura


48º CINEMA DU RÉEL | Shot Reverse Shot, de Radu Jude e Adrian Cioflâncă (Plan Contraplan, 2026)
Radu Jude e Adrian Cioflâncă revisitam a Romênia da era Ceaușescu em duelo fotográfico, abordando uma visão aos olhos de um estrangeiro, e outra do Estado que o vigiava. Há dois anos, lembro-me de ter assistido no festival Olhar de Cinema, em Curitiba, o interessante documentário I'm Not Everything I Want to Be , de Klára Tasovská, inclusive selecionado como representante da República Checa no Oscar 2026. No filme, a fotógrafa checa Libuše Jarcovjáková revisita memórias do
Henrique Debski
há 7 dias5 min de leitura


14ª MOSTRA DE TIRADENTES SP | Meu Tio da Câmera, de Bernard Lessa (Idem, 2026)
Abrindo a intimidade do próprio núcleo familiar, Bernard Lessa faz de Meu Tio da Câmera um belo registro de memória, até acender uma discussão política que leva a obra para outros rumos, e reflete a polarização na qual se encontra o país – e o mundo. O texto pode conter spoilers do filme . Siga com cautela, por sua conta e risco. Como bem disse minha amiga, e crítica de cinema, Carol Ballan, em um pequeno comentário no Letterboxd: todo mundo tem ou já teve um “tio da câme
Henrique Debski
1 de abr.4 min de leitura
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