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CRÍTICA | Missão Refúgio, de Ric Roman Waugh (Shelter, 2026)
Missão Refúgio pauta a hipervigilância como pano de fundo e instrumento de roteiro para um thriller de ação genérico, incapaz de aproveitar do elenco talentoso ou de algumas boas ideias que traz para discussão. No decorrer dos últimos anos, parece que Jason Statham vem se aproximando cada vez mais de um caminho semelhante ao de Liam Neeson: mesmo sendo um bom ator (especialmente no que se refere ao cinema de ação), anualmente faz filmes diferentes em que interpreta sempre o
Henrique Debski
há 22 horas4 min de leitura


CRÍTICA | Yo (Love is a Rebellious Bird), de Anna Fitch e Banker White (Idem, 2026)
Usando o cinema como terapia e tributo a uma pessoa querida, em Yo (Love is a Rebellious Bird) Anna Fitch declama seu amor pela falecida amiga, experimentando com a linguagem documental, costurando registros e processando o próprio luto. Logo no primeiro plano de Yo (Love is a Rebellious Bird) a diretora Anna Fitch surpreende o espectador através de uma ilusão de ótica pela forma como constrói a imagem. Ao mostrar e caminhar lentamente pela sala de uma casa, mobiliada, sem
Henrique Debski
há 4 dias7 min de leitura


CRÍTICA | IAI, de Zenzo Sakai (遺愛, 2025)
Tratando o envelhecimento da matriarca como uma maldição familiar, IAI começa bem ao falar sobre a inversão da pirâmide social, mas vai se perdendo enquanto tenta tornar sua narrativa mais complexa. O primeiro plano de IAI ilustra o clima denso de um velório, do lado de fora da sala onde se encontra o caixão, em um cemitério. A partir de uma câmera estática, posicionada à distância, observam-se pessoas a entrar na sala a fim de prestar homenagens de despedida póstumas, e co
Henrique Debski
4 de mar.7 min de leitura


CRÍTICA | Pânico 7, de Kevin Williamson (Scream 7, 2026)
Concebido às pressas em uma produção caótica, Pânico 7 é o primeiro erro da franquia, ao assumir um manto de slasher caça-níquel, tornando-se uma caricatura de si, e atingindo o que todos os longas conseguiram evitar: um filme genérico. Todo novo filme de Pânico para mim é sempre motivo de preocupação. Como talvez a única franquia do terror slasher sem uma única sequência caça-níquel ou entrada ruim (até então), a autoconsciência com a qual todas as vezes lidou para coment
Henrique Debski
28 de fev.5 min de leitura
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