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CRÍTICA | Arco, de Ugo Bienvenu (Idem, 2025)
Arco compreende que o amor está na felicidade do outro, e constrói uma jornada de romance e aventura entre dois tempos futuros, com encantamento no visual e, sobretudo, nos personagens que se completam como duas faces de uma mesma moeda. No passado, imaginávamos que o nosso presente, 2026, seria tomado por cidades verticais, carros voadores, teletransporte e outras tantas tecnologias que o mundo do século XX sonhava. Na prática, em alguns aspectos até avançamos a contento d
Henrique Debski
há 3 horas4 min de leitura


CRÍTICA | Blades of the Guardians, de Yuen Woo-Ping (Biao Ren, 2026)
Com vistas a criação de uma grande franquia, Blades of the Guardians sacrifica parte de sua narrativa e deixa aberturas para todos os lados, mas funciona enquanto um épico de ação wuxia pelas mãos do mestre Yuen Woo-Ping. Longe da direção de longas-metragens desde 2018, a notícia do retorno de Yuen Woo-Ping ao cinema de ação era animadora. Responsável por consagrar alguns dos melhores wuxia do cinema de Hong Kong nas décadas de 1970/80/90, ao lado de King Hu, Tsui Hark e a
Henrique Debski
há 3 dias8 min de leitura


CRÍTICA | Para Sempre Medo, de Osgood Perkins (Keeper, 2025)
As ótimas escolhas visuais de Osgood Perkins em Para Sempre Medo não conseguem salvar o filme da mediocridade, com uma narrativa que apenas recicla ideias, e se mostra incapaz de construir uma mitologia inteligível, ainda que sonhe com isso. Ao som de Love is Strange , nas vozes de Mikey & Sylvia, Para Sempre Medo se inicia com uma montagem paralela, intercalando cenas envolvendo diferentes mulheres, em distintas épocas, presas a relacionamentos conturbados. Todas começam
Henrique Debski
18 de fev.4 min de leitura


CRÍTICA | Dupla Perigosa, de Angel Manuel Soto (The Wrecking Crew, 2026)
Dupla Perigosa é apenas mais uma comédia de ação genérica feita para o streaming, mas diverte com o carisma dos atores protagonistas. Sabe aquele filme que mistura ação e comédia, com uma dupla protagonista, no formato “buddy cop”, conduzindo uma investigação que acaba por chegar em um buraco mais profundo do que o esperado, esbarrando em pessoas poderosas? Eu sei, você pode pensar em uma infinidade de filmes com essa mesma e literal premissa, mais comum do que podemos imag
Henrique Debski
16 de fev.3 min de leitura
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