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TIFF 51 | The Liberation, de Guy Nattiv (Idem, 2026)
★★★★
Em The Liberation, Guy Nattiv provoca o espectador com desconforto em drama que explora uma história de tragédia da própria família.

Henrique Debski
há 23 horas7 min de leitura


TIFF 51 | God Bless You, Mr. Kopu, de Alex Liu (Idem, 2026)
★★★½
Com elemento de fantasia, God Bless You, Mr. Kopu é um thriller manipulativo divertido, protagonizado por uma dupla improvável e repleto de boas reviravoltas.

Henrique Debski
há 1 dia7 min de leitura


TIFF 51 | Alpha Gang, de Nathan Zellner e David Zellner (Idem, 2026)
★½
Alpha Gang is filled with eccentric moments and meticulous production design, but beyond a few good jokes, it never knows where to go, what to tell, or what it wants to talk about.

Henrique Debski
há 3 dias7 min de leitura


TIFF 51 | Bad Lieutenant: Tokyo, de Takashi Miike (Idem, 2026)
★★★
Takashi Miike leva sua violência exagerada ao centro de Bad Lieutenant: Tokyo, mas não consegue encontrar personalidade a partir da premissa, limitando-se a passagens dos outros longas, e um protagonista mais empático.

Henrique Debski
há 5 dias7 min de leitura


TIFF 51 | Bunker, de Florian Zeller (Idem, 2026)
★★★★
Florian Zeller transforma Penélope Cruz e Javier Bardem num casal em descompasso, em thriller tenso que coloca duas pessoas vivendo sobre os próprios bunkers pessoais, fazendo da incomunicabilidade a causa de atritos.

Henrique Debski
19 de set.7 min de leitura


TIFF 51 | The Last Photograph, de Zack Snyder (Idem, 2026)
★
Em The Last Photograph, Zack Snyder coloca para fora todo o seu preconceito com a América Latina, em história de vingança mal construída e repleta de estereótipos, que na intenção de chocar o espectador, torna-se ofensivo sob diversos aspectos.

Henrique Debski
18 de set.8 min de leitura


TIFF 51 | Nosotros, de Joaquín Ruano (Idem, 2026)
★★★½
Com uma câmera estática e relativamente distante, Nosotros oferece um exercício antropológico de observação, entre silêncios eloquentes e uma sociedade preconceituosa.

Henrique Debski
17 de set.6 min de leitura


TIFF 51 | Mr. Nelson, Did You Kill People?, de Shinya Tsukamoto (ネルソンさん、あなたは人を殺しましたか?, 2026)
★★★★½
O cineasta veterano Shinya Tsukamoto leva o espectador à mente de Allen Nelson e seus traumas da Guerra do Vietnã, em retrato sólido e não espetacularizado das profundas marcas do conflito em um soldado arrependido.

Henrique Debski
16 de set.9 min de leitura


TIFF 51 | Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins (Idem, 2026)
Vicentina Pede Desculpas é um exercício de humanidade por Gabriel Martins, no qual Rejane Faria brilha em sua melhor atuação no cinema até então. Gabriel Martins é um diretor que, como poucos, é capaz de trabalhar emoções perante a câmera de maneiras incrivelmente singulares. Em No Coração do Mundo, co-dirigido na companhia do irmão, Maurílio, investe seu olhar a uma classe média baixa que não encontra oportunidades de ascender socialmente, presos à periferia das cidades como

Henrique Debski
15 de set.8 min de leitura


TIFF 51 | Where the River Begins, de Juan Andrés Arango Garcia (Donde Comienza el Río, 2026)
★★★½
Where the River Begins explora o sentimento de não pertencimento sob óticas distintas numa Colômbia mergulhada em caos, entre organizações criminosas, paramilitares e a população indígena.

Henrique Debski
14 de set.6 min de leitura


TIFF 51 | The Face of Horror, de Anna Biller (Idem, 2026)
★★★½
Anna Biller busca referências no cinema de horror britânico da década de sessenta, e The Face of Horror explora o monstro como uma vítima da sociedade patriarcal da Idade Média.

Henrique Debski
14 de set.5 min de leitura


TIFF 51 | Coward, de Lukas Dhont (Idem, 2026)
★★★★
A delicadeza de Lukas Dhont segue intacta em Coward, longa que desvia a atenção dos campos de batalha para um romance queer esperançoso entre soldados no auge da Primeira Guerra Mundial.

Henrique Debski
14 de set.7 min de leitura


TIFF 51 | The Beloved, de Rodrigo Sorogoyen (El Ser Querido, 2026)
★★★★½
The Beloved faz do cinema o cenário de reconciliação entre um pai ausente e uma filha abandonada, em drama intenso de Rodrigo Sorogoyen.

Henrique Debski
13 de set.8 min de leitura


TIFF 51 | Natal Amargo, de Pedro Almodóvar (Amarga Navidad, 2026)
★★★
Natal Amargo carrega os traços mais característicos de Almodóvar, mas é como uma nota de rodapé em sua filmografia, com metalinguagem e duas narrativas que demoram para engrenar.

Henrique Debski
13 de set.7 min de leitura


TIFF 51 | A Arte de Ser Heumann, de Sian Heder (Being Heumann, 2026)
★★★
A Arte de Ser Heumann é eficaz em apresentar ao público a ativista Judith Heumann, mas simplifica seu debate a partir de uma figura vilanesca, e perde a oportunidade de se aprofundar nas falhas estruturais do próprio Estado na garantia de direitos fundamentais.

Henrique Debski
12 de set.6 min de leitura


TIFF 51 | The City of the Living, de Edoardo Gabbriellini (La Città dei Vivi, 2026)
★
De boas intenções, The City of the Living explora uma história de crime real pelos olhos da vítima, sem perceber que sobre ela deposita a culpa e responsabilidade da própria morte, como se fosse a verdadeira culpada.

Henrique Debski
12 de set.8 min de leitura


TIFF 51 | Toy Gun Bandit, de Rémi St-Michel (Faux Gun Bandit, 2026)
★★★★
Toy Gun Bandit provoca o espectador a partir de um protagonista inconsequente, em thriller criminal anárquico e imersivo, de jornada caótica.

Henrique Debski
10 de set.7 min de leitura


CRÍTICA | Heartstopper Para Sempre, de Wash Westmoreland (Heartstopper Forever, 2026)
★★★½
Longe do ideal, Heartstopper para Sempre encerra a série com a ternura habitual, mas também de forma apressada.

Henrique Debski
3 de set.7 min de leitura


CRÍTICA | Gonzaguinha: Da Maior Liberdade, de Susanna Lira (Idem, 2026)
★★★★½
Através da montagem dinâmica apenas com textos e imagens de arquivo, Susanna Lira homenageia Gonzaguinha em Da Maior Liberdade, enquanto explora o ressoar de sua voz no presente.

Henrique Debski
1 de set.7 min de leitura


CRÍTICA | Nosso Segredo, de Grace Passô (Idem, 2026)
★★★★
Ao trabalhar com luto, Nosso Segredo explora o desmoronar de uma família junto de sua residência, em uma experiência de terapia coletiva que mescla o drama à fantasia, e marca a grande estreia de Grace Passô na direção de longas.

Henrique Debski
26 de ago.7 min de leitura
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