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14ª MOSTRA TIRADENTES SP | Anistia 79, de Anita Leandro (Idem, 2026)
Em Anistia 79 , Anita Leandro explora o passado a partir de registros de câmera redescobertos e digitalizados, enquanto dialoga com o presente ao conversar, cinquenta anos depois, com as pessoas retratadas e seus descendentes. A preservação da memória veio, ao longo dos anos, se mostrando como um dos (muitos) atributos da arte cinematográfica. Seja através da restauração e digitalização de acervos em película, como forma de manter vivas filmagens de outros tempos; editá-las
Henrique Debski
há 8 horas4 min de leitura


CRÍTICA | Devoradores de Estrelas, de Phil Lord e Christopher Miller (Project Hail Mary, 2026)
Devoradores de Estrelas equilibra razão e emoção em épica ficção-cientifica, com Ryan Gosling provando ainda mais carisma em frente às câmeras. Ainda consigo me recordar do dia em que vi o anúncio dos primeiros materiais promocionais de Devoradores de Estrelas . Estava em casa, no final de semana, descendo no elevador para pegar um lanche que havia pedido, quando vi o pôster anunciando o projeto protagonizado por Ryan Gosling, com uma sugestão – e aspecto – de propor-se a s
Henrique Debski
há 2 dias5 min de leitura


CRÍTICA | Moscas, de Fernando Eimbcke (Idem, 2026)
Moscas aborda o luto e o seguir em frente a partir de uma amizade improvável, com sensibilidade em explorar seus personagens a partir do que fazem e sentem, e não necessariamente do que dizem. Moscas se inicia com um primeiro plano levemente colorido, mostrando uma mulher deitada na cama pela manhã, acordando atordoada pelo som de moscas que transitam ao seu redor. A partir do momento em que pega o primeiro objeto comprido disponível para acertar o inseto, que deixa uma mar
Henrique Debski
19 de mar.7 min de leitura


CRÍTICA | A Noiva!, de Maggie Gyllenhaal (The Bride!, 2026)
Com proposta ousada, em releitura da figura de Frankenstein a partir da Noiva, Maggie Gyllenhaal possui sua protagonista com o espírito de Mary Shelley em jornada de amor, aceitação e revolução feminista através de uma sociedade misógina. Em tempos de uma Hollywood desprovida de ousadia, mais interessada em vender sequências, spin-offs e refilmagens de obras e franquias já consagradas do que propriamente arriscar em novidades, conferindo liberdade artística a seus realizado
Henrique Debski
17 de mar.5 min de leitura
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