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CRÍTICA | Thunderbolts*, de Jake Schreier (Idem, 2025)
Ao contrário dos últimos lançamentos do MCU, Thunderbolts* se preocupa com o presente, em uma ótima metáfora para debater a depressão...

Henrique Debski
2 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | As Outras Pessoas, de Chad McClarnon (The Other People, 2025)
As Outras Pessoas ensaia trabalhar com a invasão domiciliar e a assombração sob novas perspectivas, mas acaba preso no mais do mesmo em quase duas horas de duração. O subgênero do thriller/terror voltado para invasão domiciliar, muito popular nos anos 1970, e especialmente nos anos 2000, logo cedo já deu claros sinais de desgaste quando inúmeros filmes, sem criatividade, apenas se limitavam a replicar as fórmulas daquilo que já tinha dado certo anteriormente. As possibilidade

Henrique Debski
30 de abr. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Os Perigos da Viagem no Tempo, de Chris Reading (Time Travel is Dangerous!, 2025)
Os Perigos da Viagem no Tempo brinca e homenageia o conceito da ficção-científica misturando referências de diferentes momentos do cinema. No início de sua primeira cena, admito que me pegou de surpresa ser Os Perigos da Viagem no Tempo , em sua maior parte, um longa em formato “mockumentary” (um falso documentário). Acompanhando uma dupla de melhores amigas, elas administram uma loja de objetos “vintage” nos subúrbios de Londres, e imersas em dívidas que cada vez mais se acu

Henrique Debski
29 de abr. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | Sal Sobre a Língua, de Parish Malfitano (Salt Along the Tongue, 2025)
Em Sal Sobre a Língua , Parish Malfitano explora o terror de bruxaria e possessão sob o manto da sororidade. Logo na primeira cena de Sal Sobre Língua , parte de um curto prólogo que se inicia repentinamente, já é perceptível por parte da direção de Parish Malfitano uma interessante inspiração no terror italiano dos anos 1970/80, a partir do uso de cores vibrantes e uma dinâmica paranoica que, em um primeiro instante, parecia aproximar-se do giallo, até a aparição de um eleme

Henrique Debski
25 de abr. de 20254 min de leitura


CRÍTICA | Nas Terras Perdidas, de Paul W. S. Anderson (In the Lost Lands, 2025)
Nas Terras Perdidas é mais uma prova da inefetividade de Paul W. S. Anderson como diretor, enquanto incapaz de desenvolver um universo,...

Henrique Debski
24 de abr. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Traumatika, de Pierre Tsigaridis (Idem, 2025)
Traumatika nem sempre sabe aproveitar de seu universo, mas é eficaz na construção de um clima denso e desconfortável, entre o terror de possessão e o slasher. Os primeiros instantes de Traumatika buscam estabelecer a intensa atmosfera de tensão que se perdurará durante toda a exibição. O prólogo no Egito do início do século XX é como uma homenagem ao Exorcista , e nos introduz à descoberta do artefato que imergirá famílias em meio ao caos e a desgraça, quando uma criatura nef

Henrique Debski
22 de abr. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | Fucktoys, de Annapurna Sriram (Idem, 2025)
Fucktoys discute o valor e a invisibilidade das pessoas na sociedade, em uma narrativa transgressora e provocativa que evoca e mantém vivo o estilo de John Waters dos anos 1970. O primeiro filme da atriz norte-americana Annapurna Sriram enquanto roteirista e diretora revela uma cineasta que conhece muito bem de suas inspirações, e, mais ainda, o domínio de um olhar cinematográfico para o que deseja contar com uma inventividade de poucos, ainda mais diante do evidente baixo-or

Henrique Debski
21 de abr. de 20253 min de leitura


CRÍTICA | Um Filme Minecraft, de Jared Hess (A Minecraft Movie, 2025)
Um Filme Minecraft vai além do jogo – se beneficia ao assumir o ar do ridículo, em uma aventura fantasiosa que debate a descoberta da...

Henrique Debski
18 de abr. de 20254 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | Trens, de Maciej J. Drygas (Pociągi, 2025)
Maciej J. Drygas, em Trens , usa das locomotivas para falar da humanidade, e mostrar o como, em um século, não evoluímos enquanto sociedade. Trens é como uma viagem pela História da Europa durante a primeira metade do século XX. A partir de imagens de arquivo, acompanhamos o nascimento dos trens em uma época de modernizações constantes, enquanto, ao longo de décadas, tem suas funções acrescidas, modificadas e alteradas diante das necessidades dos Estados e da humanidade, ne

Henrique Debski
17 de abr. de 20253 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | Reconhecidos, de Fernanda Amim e Micael Hocherman (Idem, 2025)
Desorganizado, o documentário Reconhecidos , mesmo sem intenção, acaba sendo tão temerário ao debate quanto é o reconhecimento fotográfico aos acusados. O reconhecimento de pessoas, quando não respeitado o procedimento descrito pelo Código de Processo Penal, deve ser invalidado e não é considerado como prova apta para a condenação do réu, conforme entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em julgamento no final de 2024. O reconhecimento fotográfico, por muit

Henrique Debski
16 de abr. de 20253 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | Hora do Recreio, de Lúcia Murat (Idem, 2025)
Em Hora do Recreio , Lucia Murat tem ótimas ideias e a intenção de trabalhar com temáticas relevantes, mas sem uma delimitação, nada sai da superfície. Quando nos propomos a escrever e desenvolver uma tese, seja um artigo científico, um trabalho de conclusão de curso, uma monografia, uma reportagem, dissertação de mestrado ou mesmo uma crítica de cinema, a delimitação do tema é uma etapa fundamental do processo – nunca me esqueço o quanto a professora-coordenadora de pesquisa

Henrique Debski
14 de abr. de 20254 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | A Invasão, de Sergei Loznitsa (The Invasion, 2025)
Em A Invasão , Sergei Loznitsa não apela à propaganda, mas tão somente à exploração das rotinas na Ucrânia durante o conflito. Entre tantos filmes, especialmente documentários, já lançados desde a eclosão da guerra na Ucrânia, o que mais temos encontrado são obras que, no fundo, buscam por um efeito propaganda sobre o conflito, sob uma demonstração da dor e sofrimento ucraniano frente à invasão russa no território, como forma de buscar por apoio e visibilidade internacional

Henrique Debski
11 de abr. de 20253 min de leitura


9º OVERLOOK FILM FESTIVAL | Dead Lover, de Grace Glowicki (Idem, 2025)
Sob uma estética teatral formalista e o humor surreal, Dead Lover brinca com Frankenstein através de novas perspectivas sociais. Entrar para Dead Lover sem saber absolutamente nada sobre o filme é como mergulhar nas profundezas da loucura. Inspirando-se na obra clássica de Mary Shelley, Grace Glowicki, usando-se de uma estética puramente teatral, constrói seu universo na base de um romance experimental, com inúmeros personagens interpretados, essencialmente, por apenas quatro

Henrique Debski
10 de abr. de 20253 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | Meus Fantasmas Armênios, de Tamara Stepanyan (Mes Fantômes Arméniens, 2025)
Tamara Stepanyan faz de Meus Fantasmas Armênios um atributo ao pai, sua maior inspiração, em meio a um proibitivo histórico do cinema armênio. Em geral, creio não há como conhecer melhor da cultura de um país senão com alguém que nele nasceu e cresceu. Em matéria de cinema, Tamara Stepanyan parece ser a pessoa mais apropriada para falar sobre seu país natal, a Armênia, enquanto praticamente toda sua família, pais e avós, de alguma forma se relacionaram à importância e desenvo

Henrique Debski
9 de abr. de 20253 min de leitura


9º OVERLOOK FILM FESTIVAL | Best Wishes to All, de Yûta Shimotsu (Mina Ni Sachi Are, 2025)
Em Best Wishes to All , Yûta Shimotsu provoca o espectador através de planos longos, uma câmera inerte e conflitos morais que colocam em xeque as heranças familiares em sociedades conservadoras. Toda a construção inicial de Best Wishes to All nos faz pensar estarmos diante de mais um filme de terror que trilhará por caminhos óbvios, naquela mesma reunião de ideias batidas envolvendo o retorno da protagonista à casa dos avós, em uma região rural do Japão, onde, quando crianç

Henrique Debski
7 de abr. de 20253 min de leitura


9º OVERLOOK FILM FESTIVAL | The Spirit of Halloweentown, de Brett Whitcomb e Bradford Thomason (Idem, 2025)
The Spirit of Halloweentown sugere trabalhar o legado de St. Helens, mas no fundo apenas se interessa em promover o comércio local. Antes de tomar conhecimento deste documentário, admito que não conhecia o filme Halloweentown , uma produção televisiva lançada pela Disney direto em seu canal de TV fechada no final dos anos 90. E quando peguei a obra para assisti-la, um sentimento nostálgico me atravessou, como se eu tivesse retornado aos meus anos de criança. Ainda que eu só t

Henrique Debski
6 de abr. de 20253 min de leitura


30º É TUDO VERDADE | Sobre um Herói, de Piotr Winiewicz (About a Hero, 2025)
Piotr Winiewicz, em Sobre um Herói , conduz uma investigação prática e metalinguística sobre a possibilidade da inteligência artificial substituir os seres humanos no fazer da arte. Para a coletiva de imprensa e anúncio da seleção oficial do 30º Festival É Tudo Verdade, um dos maiores e mais respeitados festivais de documentários do mundo, creio que não poderia haver escolha melhor do que exibir uma obra como Sobre um Herói , e sua excelente linha inicial, “ boa sorte em conf

Henrique Debski
4 de abr. de 20254 min de leitura


CRÍTICA | Branca de Neve, de Marc Webb (Snow White, 2025)
Branca de Neve está longe de um filme intragável, mas se conforma em ser apenas um live-action genérico e sem vida. Desde quando foi...

Henrique Debski
1 de abr. de 20253 min de leitura


13ª MOSTRA TIRADENTES SP | COMPILADO – “Cartografia das Ondas”, “A Vida Secreta dos Meus Três Homens” e “As Muitas Mortes de Antônio Parreiras”
Nesta publicação, o objetivo é trazer críticas em formato reduzido sobre esses três longas que assisti durante minha cobertura da 13ª Mostra Tiradentes | SP! Imagem do filme A Vida Secreta de Meus Três Homens . Cartografia das Ondas (Idem, 2025) Direção: Heloisa Machado Origem: Brasil Avaliação: 2.5/5 Mostra Aurora Cartografia das Ondas apresenta uma ideia interessante de misturar documentário com ficção, a partir de duas narrativas distintas que experimentam com a metalin

Henrique Debski
28 de mar. de 20253 min de leitura


13º MOSTRA TIRADENTES SP | Deuses da Peste, de Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado (Idem, 2025)
Deuses da Peste , no contexto das eleições de 2022, explora o medo do futuro em filme experimental e sarcástico. Compreendendo um período recente em que a arte deixou de ser uma das prioridades do governo brasileiro – e verdade seja dita, chegou a ser desvalorizada enquanto cultura como um todo -, a dupla de cineastas Gabriela Luíza e Tiago Mata Machado materializou, através de Deuses da Peste , suas preocupações para com o futuro do Brasil nas eleições presidenciais de 202

Henrique Debski
25 de mar. de 20253 min de leitura
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