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25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Deepfake, de Matt Eames (Idem, 2026)
Em jornada de desespero por atenção, Matt Eames faz de Deepfake uma sátira às redes sociais e a cultura de influencers, colocando em xeque alguns dos piores aspectos de uma sociedade viciada no digital. O cinema, como manifestação cultural e artística, é um produto de seu tempo. Natural, então, em se falar sobre a realidade contemporânea, os assuntos do momento, as temáticas da vez, e debater sobre o caminhar da humanidade por meio de ficções. É notório, ao menos para mim,

Henrique Debski
18 de jun.7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Funk, de Aly Muritiba (Idem, 2026)
Com duas grandes atuações, Funk simplifica e idealiza uma realidade conturbada, em jornada superficial que sucumbe às próprias críticas que busca formular à objetificação da mulher na indústria musical.

Henrique Debski
17 de jun.8 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Human Theories, de Jess Zeidman (Idem, 2026)
Em pequenas esquetes, Human Theories satiriza as fragilidades da geração millenial em NY, entre situações de inconveniência e egoísmo, e provoca o espectador com risadas desconfortáveis – da melhor maneira possível.

Henrique Debski
16 de jun.6 min de leitura


CRÍTICA | Dia D, de Steven Spielberg (Disclosure Day, 2026)
Steven Spielberg olha para o passado com saudosismo, revive uma atmosfera de conspiração governamental noventista, e usa dos alienígenas, em Dia D, para falar sobre a humanidade. Tem dias em que acordo e sinto saudades de assistir a um blockbuster original no cinema. Em tempos em que a criatividade está em falta, o excesso de sequências, spin-offs, reboots, refilmagens vêm se tornando cansativas, quando estúdios milionários, desesperados por fazer mais dinheiro, tem abandon

Henrique Debski
15 de jun.9 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Dante, de Hugo Ruiz (Idem, 2026)
A partir de referências “tarantinescas”, Hugo Ruiz faz de Dante um divertido thriller manipulativo, que mescla bom humor com mistério em narrativa imprevisível.

Henrique Debski
14 de jun.6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Memorizu, de Miiku Sakanishi (メモリィズ, 2026)
Em sua estreia na direção, Miiku Sakanishi busca na fotografia e na imagem uma forma poética de se trabalhar a memória, enquanto acompanha rotina e reflete sobre as relações entre passado e presente, presença e ausência.

Henrique Debski
12 de jun.5 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | What is to Come, de Ruthy Pribar (שעתיד לבוא, 2026)
Segundo longa-metragem de Ruthy Pribar, What is to Come narra jornada de luto e reaprendizado a partir de uma personagem sensível, em drama amargo, mas emotivo.

Henrique Debski
11 de jun.7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Summer of Three, de Carlitos Ruiz Ruiz (Idem, 2026)
Em jornada de cicatrização de traumas e amadurecimento, o emocionante Summer of Three evoca o espírito porto-riquenho com personagens sensíveis em triângulo amoroso.

Henrique Debski
10 de jun.7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Summer War, de Alicia Scherson (Guerra de Verano, 2026)
Como o tabuleiro de um jogo, Alicia Scherson posiciona muito bem as peças de Summer War para serem manipuladas, em thriller de mistério que oferece as soluções nas entrelinhas da narrativa.

Henrique Debski
9 de jun.7 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Turn It Up!, de Sam Scott (Idem, 2026)
As melhores ideias de Turn It Up! são apenas pequenas partes de um todo bastante genérico, incapaz de sustentar o interesse do espectador por noventa minutos com elementos reciclados de outros tantos filmes.

Henrique Debski
9 de jun.6 min de leitura


CRÍTICA | Todo Mundo em Pânico, de Michael Tiddes (Scary Movie, 2026)
Sem um fio narrativo forte, e repleto de esquetes isoladas, Todo Mundo em Pânico volta mais político e arranca risadas, mas perde parte da essência que, no passado, consagrou a franquia.

Henrique Debski
8 de jun.8 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | Sad Girlz, de Fernanda Tovar (Chicas Tristes, 2026)
Em drama delicado, Sad Girlz trabalha as fragilidades de duas adolescentes obrigadas a amadurecer precocemente, explorando sentimentos através da imagem, em realidade mais preocupada em rotulá-las do que oferecer apoio. É curioso o fato de que, neste ano, Sad Girlz é o segundo longa mexicano que assisto a abordar a delicada temática da gravidez na adolescência, em circunstâncias indesejadas, ocorridas sob alguma forma de violência. Quince, dirigido pela dupla Jack e Yossy Z

Henrique Debski
7 de jun.6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Tropic Sun and His Eyes, de Elisee Junior St Preux (Idem, 2026)
Em uma delicada jornada de reflexão, The Tropic Sun and His Eyes discorre sobre perdão a partir de uma viagem pelo interior do Haiti, no contato entre o passado e o presente de uma relação pai e filho.

Henrique Debski
6 de jun.6 min de leitura


25º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Wedding Entertainer (The Tale of Moishe Badhan), de Gidi Dar (Idem, 2026)
Gigi Dar explora a imperfeição do homem em The Wedding Entertainer, comédia que brinca com a comunidade judaica, trabalhando as tradições com respeitosos olhares críticos.

Henrique Debski
5 de jun.7 min de leitura


CRÍTICA | Seven Snipers, de Sandra Sciberras (Idem, 2026)
Seguindo o esqueleto de uma fórmula batida do cinema de ação, Seven Snipers pouco consegue acrescentar a uma trama previsível, repleta de conveniências, e revelações artificiais. Ao longo dos últimos anos, como fã do cinema de ação que sou desde criança, por forte influência do meu pai, criei o hábito de assistir a uma grande quantidade de filmes do gênero no ano. Perdendo apenas para o terror, só no ano passado, por exemplo, foram cerca de sessenta filmes, com propostas di

Henrique Debski
2 de jun.7 min de leitura


CRÍTICA | Hacked: A Double Entendre of Rage Fueled Karma, de Shane Brady (Idem, 2026)
Shane Brody transforma trauma em diversão com Hacked, ao reunir amigos e pensamentos intrusivos para fantasiar uma vingança ao hacker que o extorquiu, enquanto brinca e explora com a linguagem do próprio filme.

Henrique Debski
28 de mai.8 min de leitura


CRÍTICAS | COMPILADO (ed. 02/26) – “Caminhos do Crime”, “Bola pra Cima”, “Surda”, “Tiger”, “A Messy Tribute to Motherly Love”, “Máquina de Guerra”, “A Colega Perfeita” e “Exit 8”
Críticas curtas/comentários sobre alguns lançamentos recentes, para não deixar passarem batido por aqui! Imagem de Bola pra Cima (Balls Up). Caminhos do Crime (Crime 101, 2026) Direção: Bart Layton Origem: EUA Avaliação: 4.5/5 Prime Video. Não basta uma boa história nas mãos para se fazer um bom filme. Crime 101, se comandado por um diretor pouco inspirado, renderia apenas mais um thriller medíocre, como tantos outros lançados anualmente. Mas quando trabalhado por Bart Lay

Henrique Debski
27 de mai.14 min de leitura


CRÍTICA | Star Wars: O Mandaloriano e Grogu, de Jon Favreau (Star Wars: The Mandalorian and Grogu, 2026)
Star Wars mostra que ainda tem fôlego longe dos Jedi, em aventura protocolar e episódica, porém divertida, que aprofunda a relação paternalista entre o Mandaloriano de Pedro Pascal e seu aprendiz Baby Yoda. Desde a aquisição da Lucas Film pela Disney, há mais de uma década, por uma vultuosa soma em dinheiro, sempre ficara claro que o estúdio faria o possível para a franquia Star Wars render o máximo de frutos possíveis. Desde então, foi lançada uma nova trilogia, duas prequ

Henrique Debski
25 de mai.7 min de leitura


XXII FANTASPOA | Theater is Dead, de Katherine Dudas (Idem, 2026)
Baseado nas experiências pessoais de suas realizadoras, Theater is Dead une comédia e terror através da metalinguagem, na defesa da coexistência das artes, e em tom de desabafo às violências sofridas enquanto mulheres na indústria do entretenimento. Em tempos nos quais um ator de grande relevância em Hollywood chegou a dizer, em plena campanha para a temporada de prêmios, que artes como o ballet e a ópera não são tão importantes, cujas quais “as pessoas não se importam mais

Henrique Debski
15 de mai.6 min de leitura


XXII FANTASPOA | Favela Amarela, de Thiago Tuchu e Nicolas Lobato (Idem, 2026)
Como o pontapé inicial de um grande universo, Favela Amarela impressiona pela qualidade visual e narrativa, como curta de horror cósmico autossuficiente que se inspira em Lovecraft para debater o racismo nas periferias brasileiras. Como um país de proporções continentais, o cinema brasileiro explora, em suas diversas frentes, inúmeras problemáticas que assolam a sociedade – muitas que se arrastam e permanecem ao longo dos séculos, sempre transformadas e adaptadas às novas r

Henrique Debski
12 de mai.6 min de leitura
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