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24º TRIBECA FILM FESTIVAL | Dead Language, de Oded Binnun e Mihal Brezis (Idem, 2025)
Dead Language explora os sentimentos da protagonista em meio às dúvidas sobre seu casamento, a partir de elementos fantasiosos que revelam a realidade. Baseado no curta-metragem Aya , indicado ao Oscar em 2015 na categoria de melhor curta em live-action, a proposta da dupla de cineastas israelenses Oded Binnun e Mihal Brezis em Dead Language , seu segundo longa-metragem, foi de, partindo da mesma premissa, expandir a base para novas ideias. Os primeiros minutos de Dead La

Henrique Debski
12 de jun. de 20254 min de leitura


24º TRIBECA FILM FESTIVAL | Re-Creation, de Jim Sheridan e David Merriman (Idem, 2025)
Re-Creation se contradiz ao aumentar o sensacionalismo no entorno de um caso real nunca solucionado quando fantasia um julgamento fictício. “ Ficção para questionar a realidade” é como o slogan de Re-Creation define o longa. A partir de um controverso caso real, ocorrido na Irlanda e nunca verdadeiramente solucionado, os roteiristas e diretores Jim Sheridan e David Merriman imaginam como poderia se dar a deliberação de um júri, composto por doze pessoas, para chegar a um ve

Henrique Debski
11 de jun. de 20254 min de leitura


24º TRIBECA FILM FESTIVAL | The Wolf, the Fox and the Leopard, de David Verbeek (Idem, 2025)
David Verbeek provoca o espectador ao questionar o senso de arrogância e superioridade do ser humano – seria o “mundo animal” mais evoluído do que nós? Seguindo mais ou mesmo na mesma linha provocativa de seu último longa, o terror dramático de vampiros Dead & Beautiful , David Verbeek se aventura em mais uma narrativa com fundo fantástico, que gira em torno de uma garota, criada por lobos no interior de uma densa floresta, sendo obrigada a lidar e se adaptar à vida em soci

Henrique Debski
10 de jun. de 20254 min de leitura


CRÍTICA | Bailarina, de Len Wiseman (Ballerina, 2025)
Mesmo com uma história de vingança padrão, Bailarina mantém o que funciona no universo de John Wick em spin-off que aceita o drama e faz...

Henrique Debski
9 de jun. de 20254 min de leitura


24º TRIBECA FILM FESTIVAL | A Bright Future, de Lucía Garibaldi (Un Futuro Brillante, 2025)
Lucía Garibaldi correlaciona imaturidade às escolhas decisivas para a vida, em uma distopia que reflete a nossa própria realidade. O universo em que se passa A Bright Future desde os primeiros minutos deixa pistas de um ar distópico. Apesar das condições de vida razoáveis da protagonista e daqueles ao seu entorno, a rigidez governamental é a todo tempo um elemento sentido que pesa o ar daquele mundo repleto de incertezas, onde não parece existir qualquer traço de esperança

Henrique Debski
6 de jun. de 20254 min de leitura


CRÍTICA | O Esquema Fenício, de Wes Anderson (The Phoenician Scheme, 2025)
Em uma narrativa linear, O Esquema Fenício exalta algumas das melhores características do cinema de Wes Anderson, em um thriller político...

Henrique Debski
2 de jun. de 20253 min de leitura


CRÍTICA | Rua do Medo: Rainha do Baile, de Matt Palmer (Fear Street: Prom Queen, 2025)
Rainha do Baile desperdiça todo o potencial de estar no universo Rua do Medo para apostar em um slasher genérico que apenas copia, sem...

Henrique Debski
28 de mai. de 20253 min de leitura


CRÍTICA | A Fonte da Juventude, de Guy Ritchie (Fountain of Youth, 2025)
A Fonte da Juventude se atrapalha tentando ser mais complexo do que é, em uma narrativa sem originalidade, mas boa como passatempo. Em um...

Henrique Debski
26 de mai. de 20253 min de leitura


CRÍTICA | Missão: Impossível – O Acerto Final, de Christopher McQuarrie (Mission: Impossible – The Final Reckoning, 2025)
O Acerto Final encerra Missão: Impossível com ar saudosista, em um bom exercício de desconstrução, e uma das melhores cenas de ação da franquia. Ao sair da sessão de Missão: Impossível - O Acerto Final , um sentimento de tristeza e vazio, talvez momentâneo, tomou conta de mim. Não em razão do filme em si, que me deixou satisfeito, mas pelo fato de que, talvez, nos últimos anos tenhamos testemunhado a morte das duas maiores franquias de ação e espionagem da atualidade – e quiç

Henrique Debski
22 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | O Instinto, de Juan Albarracín (El Instinto, 2025)
Em O Instinto , Juan Albarracín escapa da fórmula óbvia de invasão domiciliar com um thriller que transforma o ambiente seguro em ameaça. Nos primeiros momentos de O Instinto , acompanhamos imagens antigas de pessoas adestrando cães, enquanto uma narração, ao fundo, explica os estágios do adestramento, e reforça, por mais de uma vez, a necessidade de um comportamento coercitivo por parte do adestrador, como forma de garantir a eficácia do processo. Logo em seguida, somos

Henrique Debski
21 de mai. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | Vampiros Zumbis... do Espaço, de Michael Stasko (Vampire Zombies... From Space, 2025)
Em meio a inúmeras referências e homenagens, Vampiros Zumbis... do Espaço ainda encontra lugar para trabalhar o negacionismo com criatividade. Uma experiência como Vampiros Zumbis... do Espaço em uma sala de cinema em pleno 2025 é como uma viagem ao passado, um passeio pela história do cinema clássico de terror norte-americano, mas sob as lentes do tempo presente. O ambicioso projeto, financiado através de uma campanha via Kickstarter, arrecadou com louvor cerca de vinte

Henrique Debski
19 de mai. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | AJ Vai ao Cachorródromo, de Toby Jones (AJ Goes to the Dog Park, 2025)
Com uma estética propositalmente artificial, AJ Vai ao Cachorródromo propõe uma sátira à Hollywood contemporânea, em uma comédia criativa que exala as características de um “filme Z”. Se me perguntassem, há algumas semanas, se um dia esperava ter a oportunidade de assistir a um “filme Z” no cinema, eu certamente diria que não. Mas depois de AJ Vai ao Cachorródromo, confesso que me sinto realizado. Ao contrário do que muitos podem pensar, um “filme Z” nem sempre é sinônimo d

Henrique Debski
16 de mai. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | Jimmy e Stiggs, de Joe Begos (Jimmy and Stiggs, 2025)
Em Jimmy e Stiggs , Joe Begos leva a reconciliação de dois amigos ao extremo, em meio a violência, alienígenas e alucinógenos. Alguém (que não consigo me recordar quem), há alguns anos, me disse uma frase interessante, que não tirei da minha mente até vê-la se confirmando em Jimmy e Stiggs : “Joe Begos é como uma versão de Rob Zombie que deu certo”. Apesar de não gostar dessas comparações, por considerar que a arte, em regra, não deve ser passível de análises desta maneira,

Henrique Debski
15 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | It Needs Eyes, de Zack Ogle e Aaron Pagniano (Idem, 2025)
Sobre o vício nas telas gerado pelas redes sociais, It Needs Eyes trabalha bem seu arco investigativo e o mistério no entorno, mas com representações problemáticas. É muito curioso pensar que, justamente na sessão de um filme que usa do vício em telas como locomotiva para articular uma narrativa sobre depressão, houvessem tantos celulares ligados, abertos nas mãos das pessoas, e emitindo luz durante a exibição do filme – algo que, curiosamente, eu não vi acontecer em mais nen

Henrique Debski
13 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Isso Também Vai Passar, de Rob Grant (This Too Shall Pass, 2025)
Reconhecendo o cinema de John Hughes como fruto de seu tempo, Rob Grant faz de Isso Também Vai Passar um tributo ao cineasta com o olhar do presente. Entre os muitos cineastas que fizeram história e deixaram marcas no cinema norte-americano dos anos 1980, certamente John Hughes é um nome que sempre será mencionado. Suas comédias “coming of age” retratavam adolescentes aprendendo o sabor da vida, se rebelando contra o sistema ao seu entorno, se posicionando contrariamente aos

Henrique Debski
12 de mai. de 20253 min de leitura


XXI FANTASPOA | O Mosqueteiro Solitário, de Nicolai Schumann (The Lonely Musketeer, 2025)
Com apenas um ambiente e um único ator em frente à câmera, O Mosqueteiro Solitário propõe um estudo de personagem, e coloca em xeque as relações humanas através da ambiguidade. Filmes que se passam em um único espaço já naturalmente precisam enfrentar uma certa resistência por parte do público, ainda mais em tempos como os atuais, em que a necessidade de dinamismo e estímulos constantes parecem essenciais para captar o interesse de uma boa parcela das pessoas – e especialmen

Henrique Debski
9 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Fraquezas, de Ryan Oksenberg (Foibles, 2025)
Fraquezas propõe uma reflexão ao espectador sobre procurar por nossos próprios defeitos e tentarmos evoluir, a partir de uma comédia protagonizada por um casal bomba-relógio. Curiosamente, em um mesmo dia no Fantaspoa, assisti a três filmes que, embora completamente diferentes, tratavam, cada um a sua forma, de um mesmo tema: reconciliações. Um terror cósmico, uma comédia absurda e um terror de possessão ( Jimmy e Stiggs, Fraquezas e Sun ), cada um deles abordava suas recon

Henrique Debski
8 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Rich Flu, de Galder Gaztelu-Urrutia (Idem, 2025)
Rich Flu parte de uma ideia muito engraçada em direção a um thriller insosso, que, ao se levar a sério demais, perde o substrato da sátira pretendida. Idealizado pelos mesmos responsáveis por O Poço (2020), uma das grandes febres da Netflix durante o período da pandemia, que caiu como uma luva para o contexto de isolamento em que vivíamos, Rich Flu é um projeto cuja ideia básica é definitivamente (ainda) mais arriscada. Em uma interessante conversa após a sessão, durante o

Henrique Debski
7 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Sangrando, de Andrew Bell (Bleeding, 2025)
Sangrando se desenvolve entre o realismo e a fantasia, ao se utilizar de vampiros para trabalhar o sangue como droga em uma grande metáfora para o vício, em uma sociedade sem controle. Antes do início da sessão, em uma breve apresentação sobre o filme, o diretor Andrew Bell revelou ser Sangrando um projeto pessoal, que refletia parte das vivências de sua juventude, enquanto um adolescente no epicentro da epidemia de drogas nos Estados Unidos. É realmente difícil de pensar nas

Henrique Debski
6 de mai. de 20254 min de leitura


XXI FANTASPOA | Gatilheiro, de Cris Tapia Marchiori (Gatillero, 2025)
Em um interessante diálogo sobre violência, Gatilheiro é um thriller de ação frenético, surpreendentemente produzido com um orçamento modesto. Enquanto a equipe de Gatilheiro falava sobre o filme antes da sessão, eles disseram não se tratar de uma obra feliz, mas divertida e cheia de adrenalina, que faz um retrato sensato de uma realidade comum à periferia de Buenos Aires atualmente. De certo, não poderia concordar mais com a definição dada, quando justamente a adrenalina é u

Henrique Debski
5 de mai. de 20253 min de leitura
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